Renata Marques
Diretora técnica · co-fundadora
Vinte anos em engenharia de plataforma. Decisões de arquitetura e o programa interno de revisão por pares passam por ela. Mestrado em sistemas distribuídos pela USP.
Fundado em 2017 por engenheiros que já operavam plataformas críticas em bancos e telecom, o Vetor Horizonte cresce devagar e por indicação. Hoje somos 38 pessoas em três cidades, com perfil senior-heavy e contratos que duram, em média, quatro anos. Esta página descreve como trabalhamos.
A primeira encomenda foi um motor de roteirização para uma transportadora do interior paulista. Continua em produção e, em algum momento, vai aposentar a gente toda.
Renata Marques e Diogo Alencar abriram o estúdio em uma sala de oito metros quadrados na Vila Buarque. O primeiro contrato foi um sistema de roteirização para uma transportadora baseada em Sorocaba, com setenta caminhões e planilhas de Excel que paravam às terças-feiras. Não houve apresentação comercial, houve uma reunião de quatro horas em que se discutiu onde o software anterior estava falhando e por que.
Em 2019 chegaram os primeiros clientes do setor industrial. Em 2021, ainda em plena pandemia, abrimos o escritório de Belo Horizonte com o time de dados. O Rio veio em 2023, junto com o programa de modernização de sistemas legados para uma seguradora carioca. Permanecemos pequenos por escolha. Toda contratação passa pelo crivo da liderança técnica e leva entre seis e dez semanas.
Não temos área comercial. As novas conversas chegam por indicação de clientes, ex-clientes ou pessoas que leram o Caderno Vetor e quiseram trocar uma ideia. Isso impõe um ritmo lento de crescimento e nos protege de aceitar projetos nos quais não seríamos úteis.
Cinco linhas afixadas na sala de reuniões da Vila Olímpia. Quando um projeto fica desconfortável de defender, voltamos aqui antes da próxima entrega.
A pessoa que recebe o sistema é a próxima a mantê-lo. Tudo o que escrevemos passa por revisão por pares, com explicação de decisão acessível meses depois.
Não há Confluence paralelo. ADRs, runbooks e diagramas vivem versionados ao lado dos arquivos que descrevem. Sai um, atualiza o outro.
Se a empresa já tem o time interno certo, indicamos como apoiar e não disputamos a vaga. Recusas anuais ficam entre 35% e 40% das conversas iniciadas.
Deploys são assinados, mudanças de configuração ficam em diffs públicos para o cliente, plantões têm post-mortem escrito em até 72 horas após o incidente.
Não delegamos para um time júnior anônimo. Cada projeto tem um engenheiro principal nomeado, e quem aparece na reunião é quem escreve o código.
Sistemas legados não são o problema.
O problema é a documentação que se perdeu
junto com as pessoas que escreveram o sistema.
Quatro práticas com lideranças nomeadas. Cada projeto recebe pessoas de mais de uma prática quando necessário, mas a conta de horas continua transparente.
Endereços diretos. Sem porta-vozes, sem caixas de correio compartilhadas para as conversas que importam. O e-mail é simples e a resposta sai em 48 horas úteis.
Diretora técnica · co-fundadora
Vinte anos em engenharia de plataforma. Decisões de arquitetura e o programa interno de revisão por pares passam por ela. Mestrado em sistemas distribuídos pela USP.
Engenheiro principal · co-fundador
Liderou a área de dados em uma rede varejista nacional antes de abrir o estúdio. Hoje coordena os projetos de engenharia analítica e a comunidade interna de SQL.
Líder de confiabilidade
Responsável pelo programa de SLOs, plantão e revisão de incidentes. Escreve o relatório mensal de pós-morte que circula entre clientes em contrato.
Líder de produto
Faz a ponte entre os requisitos do cliente e as decisões da engenharia. Mantém a documentação aberta de cada projeto em dia com o que está em produção.
Respostas honestas para as dúvidas que aparecem com mais frequência na primeira conversa. Se algo não estiver aqui, escreva para [email protected].
Contato direto com a liderança técnica. Respostas em até 48 horas úteis e sem fluxo automatizado.
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